Faça por você,
não pelos outros
theme por nostalgia-surreal; base por amar-gura; alguns detalhes originais da m-4-r-y, beats4u, sk8er-girl e leilaodesentimentos; inspirado em beats4u; NÃO COPIE, TENHAM VERGONHA NA CARA DE VOCÊS, PELO MENOS UMA VEZ!
Posted 1 September 2014, 1 month ago | 267 notes | reblog this post
(originally paradisefotografias / via reccaidas)
Posted 14 August 2014, 2 months ago | 111,850 notes | reblog this post
(originally magicalserendipity / via sra-foreveralone)
Posted 1 August 2014, 2 months ago | 980,200 notes | reblog this post
(originally y-o-y-o / via moan-s)
Posted 30 July 2014, 2 months ago | 9,655 notes | reblog this post
(originally akahaiz / via droppsex)
Um dia você vai encontrar alguém que te lembre todos os dias que a vida é feita para ser vivida. Alguém que é perfeito de tão imperfeito. Alguém que não desista de você por mais que você tente afastá-lo. Naquele dia que você não estiver procurando por ninguém, naquele dia que você não ia sair de casa e acabou colocando a primeira roupa que viu pela frente. Quando você não estiver procurando, você vai achar aquela pessoa que faz você sentir que poderia parar de procurar.
Caio Fernando Abreu. (via auroriar)
Posted 30 July 2014, 2 months ago | 75,907 notes | reblog this post
(originally auroriar / via auroriar)
Posted 30 July 2014, 2 months ago | 5,608 notes | reblog this post
(originally delicatefashionistas / via moan-s)
Acho tão bonito casais que duram. Não importa o tempo, o que vale é a intensidade. Querer estar junto vale muito mais do que estar junto há 20 e tantos anos só por comodidade. Sei que estou falando obviedades, mas hoje vi um casal de velhinhos na rua. Acho que o amor, quando é amor, tem lá suas dores bonitas. A gente vê uma cena e o coração fica emocionado. Nos dias de hoje, com tanta tecnologia, com tanta correria, com tanta falta de tempo, com tanto olho no próprio umbigo e nos próprios problemas, com tanta disputa pelo poder, pelo dinheiro, por ter mais e mais, sei lá, acho bonito ver um casal de velhinhos na rua. A mão, enrugadinha, segura a outra mão. A outra mão, por sua vez, segura uma bengala. Falta equilíbrio, sobra experiência. Falta a juventudade, sobra história para contar. Falta uma pele lisa, sobram marcas de expressão que contam segredos. Envelhecer não é feio. Em tempos de botox, a gente devia olhar um pouco para dentro. De si. Do outro. Do amor.
Clarissa Corrêa. (via auroriar)
Posted 29 July 2014, 2 months ago | 62,030 notes | reblog this post
(originally auroriar / via auroriar)
Eu acredito em Deus. Eu acredito que beijar arranca sorrisos. Eu acredito que risadas curam dores. Eu acredito que abraços confortam. Eu acredito que há dias melhores. Eu acredito que também há dias piores. Eu acredito que existe choro de tristeza. Eu acredito que assim como existe choro entristecido, existe o choro feliz, da felicidade. Eu acredito que dormir faz bem. Eu acredito em milagres. Eu acredito em anjos. Eu acredito que pessoas podem ser anjos. Eu também acredito que pessoas podem ser demoníacas. Eu acredito em dias pós outros. Eu acredito que cafuné é o melhor carinho para carência. Eu acredito que o ato de andar de mãos dadas selam dois destinos. Eu acredito que mordidas são formas de carinho. Eu acredito em sonhos. Eu acredito que sonhos podem se tornarem pesadelos. Eu acredito que acreditar é uma maneira de atrair positividade. Eu acredito que a escuridão é o mal uso da Fé. Eu acredito que a chuva lava a alma. Eu acredito que a água purifica um ser. Eu acredito que amizade é uma dádiva. Eu acredito que o amor tanto cura como destrói. Eu acredito que cada um tem sua vida e determina suas escolhas, para o bem ou para o mal. Eu acredito que cada um opta um jeito para acreditar ou desacreditar, por fim, eu acredito que cada pessoa determina o seu modo de sobrevivência, sendo o melhor ou o pior.
A Escritora de Bar. (via recontador)
Posted 27 July 2014, 2 months ago | 6,358 notes | reblog this post
(originally nevarias / via terrible-nights)
Posted 27 July 2014, 2 months ago | 12,149 notes | reblog this post
(originally leandrog0mez / via bbytheway)
Aqui vai uma dica para todos os homens: A exatamente 2 anos e meio eu conheci uma garota. Eu com 18 e ela com 14. Foi simples, não teve nada a ver com destino, penso eu. Pedi uma colega em comum para que me apresentasse a ela, e ela pediu apenas o meu orkut (era orkut na época, rs). Eu fiquei dias esperando, e nada de um sinal dela. Passou algumas semanas, e no dia 19 de janeiro de 2010 eu vi ela com as amigas em uma festa. Criei coragem e fui falar com ela. Ela, claro, já sabia de mim. A conversa fluiu tão calma, tão doce, tão macia que parecia que não era eu que estava ali. Ficamos mais ou menos 3 horas conversando sem parar, e a mãe dela chegou pra buscá-la. Eu a adicionei no msn e se passasse um dia sem conversar com ela, eu ficava louco, sim, louco. Louco de preocupação. No dia 30 desse mesmo mês, eu a beijei pela primeira vez. Foi a coisa mais alucinante e natural que eu já vivi. Ela era tão tímida que eu queria ficar agarrado a ela o tempo inteiro. Continuamos ficando e nada de namoro, só propus ficarmos sério. Erro meu. 5 de junho. A princesa completaria 15 anos, e com surpresa recebi o convite pra ser o príncipe na festa dela. Foi esquisito, falando sério, rs. Todo mundo ficou olhando, aplaudindo, gritando e ela toda fofa com as bochechas rosadas de vergonha. Depois da valsa eu a puxei pra dançar e ela parecia estar nas nuvens, parecia uma princesa. No final do mês, ela me viu conversando com a minha ex e decidiu simplesmente se afastar de mim, pensando que eu ainda estaria com ela. Mas não, naquele dia eu tinha feito uma coisa que eu nunca imaginei que faria: estava dispensando a garota mais gata da minha roda de amigos. Tudo isso sabe para que? Para pedir a minha princesa em namoro! Ela não me atendia, não falava comigo nas redes sociais, e eu maluco, perdido de saudade. No dia 30 de julho é costume ter uma festa no Clube Náutico, que é afastado pra caramba da cidade e é hábito a maioria das pessoas da região irem pra lá. Eu mandei um sms pra ela dizendo que iria e que precisava muito que ela fosse pra gente ter uma conversa. Ela só me respondeu “tudo bem, Felipe”. Bastou essa resposta pra eu me encher de pensamentos, de ilusões, de imaginações, e o pior de tudo, ansiedade. Chegou o tão esperado dia e eu e meus colegas começamos a beber desde cedo. Quando deu no final da tarde pegamos o carro do pai do meu amigo e fomos em direção ao Náutico, tudo certo, tudo tranquilo, eu só precisava chegar vivo até lá pra eu ver aquelas bochechas rosadas de novo. Faltava pouco. O Yago, de tão sedento de álcool, parou no caminho pra comprar mais garrafas de Big Apple, e continuou dirigindo, com as garrafas nas mãos. Eu não tava gostando daquilo e pedi as garrafas, ele me ignorou e virou pra trás pra tirar sarro do Bruno que não bebia e eu só me vi batendo no vidro da frente e caindo de fora do carro. Mais nada. 3 meses em coma. 3 meses sem saber de nada. Não, você não tem ideia do que é isso. É a pior sensação do mundo. Querer e não poder. Tive que ir para um hospital de outra cidade com melhor sofisticação. Quando acordei e olhei a minha volta, eu não sabia o que pensar. Eu não podia me mexer, só olhava aquele quarto com varias rosas, cartões, presentes, várias pessoas torcendo por mim. Eu chorei, sim, eu chorei. Eu não sabia o que sentir. Acordei mais velho, passei o meu aniversário dormindo. Eu tinha 19 anos e tinha acabado de receber a notícia que tive traumatismo craniano. Não é pra qualquer um. Tive alta semanas depois e no mesmo dia que cheguei em casa fui recebido com uma festa só pra mim. Vi pessoas que não via a tempos, mas procurei só uma, e não a vi. Na outra semana, numa quinta feira a noite, ela veio até a minha casa. A minha vontade era abraçá-la, apertá-la, beijá-la, tocá-la, mas o meu corpo me impedia, eu estava deitado, custando a me mexer. Quando ela me viu, ela andou mais depressa pra me abraçar, ficou algum tempo agarrada a mim e quando me soltou, vi os olhos vermelhos e molhados combinando com as bochechas rosadas, aquelas bochechas tão minhas. Fiquei mostrando os machucados pra ela, mostrei que eu conseguia mexer a minha perna direita e quando vi que ela não estava mais prestando atenção, olhei pra onde ela olhava. A minha ex tinha chegado. Eu não tava nem aí. Puxei a mão dela, e dei meu melhor sorriso, falando com os meus olhos. Ela viu a cumplicidade que existia entre a gente, e me beijou a testa. Disse que estava tarde e voltava depois. Mas não, ela nunca mais voltou. Passou meses, e nada dela. Continuei refazendo a minha vida, comecei a fazer fisioterapia, descobri que ainda podia tocar guitarra, descobri que ainda podia andar, comecei a sair mais frequentemente, comecei a perceber o vazio que tava crescendo dentro de mim. No dia 27 de julho de 2011, fui chamado pra uma festa de 15 anos, e eu fui, só para me lembrar dos tempos antigos que prefiro nem comentar. Cheguei tarde na festa, com o Thiago me ajudando a andar, mesmo que eu tivesse o andador. Quando olhei pra pista de dança, quase nem acreditei. Parei atrás dela e cutuquei o seu ombro. Ela se virou e eu não pude deixar de perceber que ela ainda gostava de mim. Os olhos dela brilhavam, o sorriso estampado na boca, e eu só querendo um abraço daquela princesa. Ela leu os meus pensamentos e me abraçou tão forte que eu gemi, e ela me soltou pedindo desculpas, rindo junto comigo. Nos sentamos pra conversar, colocamos o papo em dia e tiramos o atraso da conversa. Como no mesmo dia em que conversamos pela primeira vez, a mãe dela chegou pra levá-la. Eu só pedi pra ela não sumir e recebi um longo beijo na testa. Depois desse dia, eu não parava de pensar nela, queria de todo jeito encontrar com ela e até pensei em ir na sua casa, mas todos falavam que seria inconveniente e os caralho a 4. Mas mesmo assim não parei de pensar, de querer, de desejar. No dia 26 de setembro, iria ter campeonato de skate e toda a galera ia, e eu sem pensar, fui. Me sentei pra ver as categorias, e tava super vidrado com aqueles moleques fazendo coisas que eu fazia anos atrás. Não vou nem falar quem chegou na minha frente, porque você já sabe, rs. Eu deixei cair minhas muletas de tão surpreso que eu fiquei. Ela me deu aquele abraço apertado e dessa vez eu retribuí. Vi que vinha um cara atrás dela, e ela logo se apressou pra me apresentar pra ele, mas era em vão, a gente já se conhecia. Apertei a mão dele e ficamos conversando, contando as últimas notícias. Não o via fazia tempo, desde quando desmontamos nossa bandinha de porão. Perguntei ele da bateria e nem ouvi a resposta, fiquei olhando ela. Eu não podia acreditar. Ela tava de mão dadas com ele, encostada nele, e eu, tolo, não tinha percebido. É claro que ela tinha continuado a vida dela, quem iria esperar por um cara que teve traumatismo craniano não é? Falei que precisava sair e nem voltei, fui direto pra casa. Não conseguia pensar em mais nada, eu tinha perdido ela. O Thiago mais tarde apareceu lá no meu quarto, querendo saber por que minha mãe tava preocupada com a minha falta de fome daquela noite. Falei, contei, desabafei tudo com ele. E ele só olhava pro chão. Eu perguntei o que era e ele tossiu. “Fill, aquela menina ainda te curte, naquela festa que você viu ela, eu conversei com ela também quando ela foi no banheiro. Contei tudo que você tava passando e sabe o que ela fez? Chorou, Fill. Chorou igual uma criança. Ela me falou que iria até o inferno pra ver você, mas que tava cansada de sofrer, cansada de pensar que você e a sua ex nunca se separaram, cansada de ter o coração partido. Ela simplesmente decidiu tentar esquecer. E tem mais: dá pra ver o jeito que vocês se olham. Ela só pensa que você nunca esteve nem aí pra ela”. Eu fiquei calado triturando tudo aquilo dentro de mim, e eu não podia fazer nada, não queria estragar o seu relacionamento, não queria estragar o recomeço dela. E até hoje ela vive lá, e eu aqui. Eu pensando nela e ela pensando em mim. Por isso eu te digo uma coisa pra você que aguentou ler até aqui. Pensa bem antes de deixar a mulher da sua vida ir embora, pensa bem antes de colocar o orgulho em primeiro lugar, pensa bem antes de não tentar. Eu não me arrisquei, não falei enquanto podia, não acreditei e olha só no buraco em que eu me meti. Então faça hoje, busque hoje, corra atrás hoje, desabafe hoje, não fique remoendo ansiedades e agonias antes do próprio tempo. Antes de mais nada, conquiste a sua felicidade.
Desconhecido.     (via inverbos)
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